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This story was created with Twine and is powered by TiddlyWiki. The Responsive Story Format is by Emmanuel King Turner. Twitter: @stormrose
\n\n&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<b><h2><div class= "tooltip"> Akemi no Oshichiya Meimeishiki <span class= "tooltiptext"> Cerimônia de nomeação de Akemi </span></div></h2></b>\n\n<img src="imagens/certificado-nomeacao-Akemi.jpg" alt="reprodução do certificado de nomeação de Akemi">\n\n\n[[<< Retoma a leitura do capítulo|Cap. 5.4]]\n\n[[Ir para o Sumário|Sumário]]
/* Tooltip container */\n.tooltip {\n position: relative;\n display: inline-block;\n border-bottom: 2px dotted blue; /* If you want dots under the hoverable text */\n}\n\n/* Tooltip text */\n.tooltip .tooltiptext {\n visibility: hidden;\n width: 120px;\n background-color: #555;\n color: #fff;\n text-align: center;\n padding: 5px 0;\n border-radius: 6px;\n\n /* Position the tooltip text */\n position: absolute;\n z-index: 1;\n bottom: 125%;\n left: 50%;\n margin-left: -60px;\n\n /* Fade in tooltip */\n opacity: 0;\n transition: opacity 0.3s;\n}\n\n/* Tooltip arrow */\n.tooltip .tooltiptext::after {\n content: "";\n position: absolute;\n top: 100%;\n left: 50%;\n margin-left: -5px;\n border-width: 5px;\n border-style: solid;\n border-color: #555 transparent transparent transparent;\n}\n\n/* Show the tooltip text when you mouse over the tooltip container */\n.tooltip:hover .tooltiptext {\n visibility: visible;\n opacity: 1;\n}\n
<img src="imagens/celular-flip-da-Yukiko.jpg" alt="Imagem do celular de Yukiko coma mensagem de Maiara">\n\n. Querida <i><div class= "tooltip"> itoko <span class= "tooltiptext"> prima </span></div></i>. Mandei-lhe a foto de nossa pequena <i><div class= "tooltip"> hime-sama <span class= "tooltiptext"> princesa </span></div></i>, Akemi, por <i>e-mail</i>! Você a recebeu? (^_^)\n\n. Sim, claro! <i><div class= "tooltip"> Arigatō <span class= "tooltiptext"> Obrigada </span></div></i>! Ela é um doce, Yukiko! (*-*)\n Como você está? E o <i><div class= "tooltip"> otōsan <span class= "tooltiptext"> pai </span></div></i> de primeira viagem????\n\n. Estou bem! Muito feliz! (^_^)\n Akira?!? Primeiro se sentiu culpado e envergonhado por não ter podido estar no parto. Muito trabalho...\n Agora, está totalmente enfeitiçado! (^_^)\n\n. (n_n)\n\n\n[[<< Retoma a leitura do capítulo|Cap. 5.3]]\n\n[[Ir para o Sumário|Sumário]]
Uma visita veio de longe. Excitação, novidades e uma provocação.\n\nRevelações inconvenientes. Olhares estrangeiros podem, também, perceber muito.\n\nDois trimestres tumultuados. Entre rechaços, aproximações e estudo.\n\nAcidentes acontecem... Oportunidades de ser herói e heroína.\n\nFinalmente, a coragem para se declarar. Desilusão e uma porta aberta.\n\nSeparados por uma pequena diferença de idade. Alívio ou conflito?\n\nUm momento difícil. O congelamento de um sonho.\n\nAbrem-se portas. Retomam-se sonhos. \n\nMudam-se caminhos. Reinventam-se relações.\n\nEstar para sempre ao seu lado. O fio que levou ao fim do labirinto.\n\nPais de novo. Nasce Kazumi.\n\nNão se combatem as forças da natureza. Uma vida de amor ameaçada.\n\nNossas vidas são como desenhos em um caleidoscópio. A recuperação de Yukiko.\n\nEpílogo. Fecha-se o círculo.\n\n\n\nIntertextualidades em Caleidoscópio\n\n\n[[<<Retorna à página anterior do Sumário|Sumário]]\n\n[[<<Voltar ao Início|Start]]
<b><h2>Caleidoscópio: fragmentos coloridos de vida</h2></b>
\t\t<b><h2>Caleidoscópio: fragmentos coloridos de vida</h2></b>\n\t\t\t\t\t\t\t<i><font size=+1>Cristina Vergnano</font></i>\n\n\n&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<img src="imagens/capa-caleidoscopio.png" alt="Protagonistas diante de cenário da ponte <i>Rainbow</i> na baía de Tokyo e a imagem do caleidosópio.">\n\n\n<p>Esta história é minha pequena homenagem aos criadores japoneses de <i>manga</i> e <i>anime</i>, cuja arte atravessa fronteiras e delicia pessoas de todo o mundo.</p><p>Dedico, também, com carinho, o romance <i>Caleidoscópio</i> a duas amigas, Nícia e Chizu. Espero que eu tenha conseguido refletir respeitosamente um pouco de sua cultura e raízes, mesmo que com um saborzinho brasileiro.</p>\n\n[[Ir para "Lindo brilho da aurora. ..." |5.\tLindo brilho da aurora. A pequena Mi-chan vem ao mundo.]]\n\n[[Notas importantes|Nota importante]]\n\n[[Ir para o Sumário|Sumário]]
<b><h2>Lindo brilho da aurora. A pequena Kemi-<i>chan</i> vem ao mundo.</h2></b>\n\n&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<i><small>Uma nova vida é sempre um milagre! Ilumina-nos a alma e renova nossa própria existência.</small></i>\n\n\n<p>O mês, após os eventos daquela noite da morte da mãe de Mitsuo-<i>kun</i>, passou voando. No dia do nascimento de nossa filha, eu estava no hospital. Yukiko, apesar da gravidez avançada, havia feito questão e trabalhar até o último minuto. Tinha direito à licença, mas disse que não deixaria suas crianças até que fosse de fato necessário. Por isso, entrou em trabalho de parto pouco depois de concluídas as atividades naquele dia e foi encaminhada para a maternidade, saindo da própria escola. Eu estava preso no centro cirúrgico e só tomei conhecimento do fato, quando a neném já havia nascido.</p><p>Ao sair da sala de operação, recebi um cumprimento inusual de um colega com quem mantinha uma “cordial” relação de competição.</p><p>- <i><div class= "tooltip"> Omedetō <span class= "tooltiptext"> Parabéns </span></div></i>, <i><div class= "tooltip"> otōsan <span class= "tooltiptext"> pai </span></div></i>! - disse ele com uma piscadela.</p><p>- Uhm?!? ... O que você disse, Fujimoto-<i>san</i>?????</p><p>- Para alguém tão inteligente, você é às vezes um pouco lento, Nakamura-<i>san</i>! – zombou ele.</p><p>- Yukiko!!!! – exclamei e saí apressado pelos corredores do hospital.</p><p>Os elevadores não estavam naquele andar. Minha ansiedade era tamanha que desci as escadas, mudei de bloco e corri primeiro para o posto da enfermagem da maternidade.</p><p>- Nakamura-<i><div class= "tooltip"> sensei <span class= "tooltiptext"> sufixo de tratamento que, neste caso, para doutor, médico </span></div></i>?!? - se surpreendeu a chefe do setor ao me ver.</p><p>-<i><div class= "tooltip"> Tsuma <span class= "tooltiptext"> Minha esposa </span></div></i> <i><div class= "tooltip"> wa <span class= "tooltiptext"> partícula indicativa de tema (do questionamento) </span></div></i>?... Nakamura Yukiko...</p><p>- Ela está na enfermaria 9 - me respondeu a solícita enfermeira.</p>\n[[>> Continua|Cap. 5.1]]\n\n\n
<b><h2>Notas importantes</h2></b>\n<ul type="square">\n<li>Antes que você comece a leitura, gostaria de explicar que os nomes dos personagens do romance estão apresentados segundo a estrutura da língua japonesa. Ou seja: primeiro aparecem os sobrenomes, depois os nomes. Sendo assim, nossos protagonistas, por exemplo, são os jovens: Nakamura Akira e Hayashi Yukiko. Ele, Akira, é o filho mais velho da família Nakamura; ela, Yukiko, a filha mais velha da família Hayashi.<br>Esta opção foi feita para ajudar a criar o clima do drama, nos aproximando um pouquinho mais da cultura e da língua japonesas. O mesmo explica a presença de várias palavras, em especial formas de tratamento e saudações, em japonês ao longo do texto. A única ressalva, aqui, é que foi usado o nosso alfabeto para representar a estrutura fonética desses vocábulos, não os silabários ou ideogramas próprios desse idioma.</li><br>\n<li>A língua japonesa tem vogais que soam mais longas e isso faz diferença em palavras que se escrevam igual e cuja única distinção seja entre uma vogal normal e outra longa. Por exemplo, é o que observamos entre <i>“obaasan”</i> (avó) e <i>“obasan”</i> (tia). Quando transpomos os caracteres japoneses (os silabários <i>hiragana</i> ou <i>katakana</i>) para nosso alfabeto (<i>rōmaji</i>) há formas distintas de marcar essa diferença. Uma delas, talvez a mais simples, é repetir a vogal que se pronuncia de forma mais longa. Foi o que se viu no exemplo anterior, o de <i>“obaasan”</i>. <br>Acontece que, no caso das palavras com “o” longo, o caractere do silabário japonês que se acrescenta à sílaba com a vogal longa é o equivalente ao “u”. Por isso, é comum vermos outra forma de representação com "ou", por exemplo, como em <i>“arigatou”</i> (obrigado). O problema é que isso não deve ser pronunciado como um ditongo “ou”, mas apenas como “oo”.<br>Numa terceira e última forma de representação, até para evitar a tendência errada de pronunciar “o” longo como “ou”, podemos usar um sinal sobre o “o” chamado <i>macron</i> (um tracinho horizontal sobre a vogal e que indica alongamento de sua pronúncia). Esta foi a nossa opção para representar o “o” longo em nossa história. Por isso, quando virem uma palavra como <i>otōsan</i> (pai), leiam <i>“otoosan”</i>, certo?!</li>\n<li>As fotos, vídeos e imagens presentes nos <i>links</i> do romance <i>Caleidoscópio</i> fazem parte desta obra hipertextual e multissemiótica e são, em geral, de minha criação. As imagens de adolescentes, típicas de <i>anime</i>, usadas na composição do <i>folder</i> e da ilustração de abertura, foram adquiridas, com licença plena de uso, na Unity Asset Store e editadas por mim para compor as imagens finais. Agradeço a W. Leite pela elaboração e cessão do vídeo do caleidoscópio, no <i>link</i> do penúltimo capítulo.</li></ul>\n[[Ir para "Lindo brilho da aurora. ..." |5.\tLindo brilho da aurora. A pequena Mi-chan vem ao mundo.]]\n\n[[Ir para o Sumário|Sumário]]
<p>Achei aquilo meio suspeito. Pelo que conhecia de minha esposa, com certeza ela estava pensando em algo, sim. Só esperava que depois pudéssemos, nós dois, conversar a respeito... Enquanto eu refletia sobre isso, ela retomou a conversa, agora dirigindo-se à nossa filha.</p><p>- Então, <i><div class= "tooltip"> akachan <span class= "tooltiptext"> bebê </span></div></i>? Quer ir com <i><div class= "tooltip"> otōchan <span class= "tooltiptext"> papai </span></div></i>? – dizendo isso, Yukiko me estendeu a menina e eu a tomei pela primeira vez em meus braços.</p><p>- Éééé!... – resmungou a pequena, pela mudança de colo, mas logo depois parecia ronronar e se aconchegar nos meus braços, apoiada ao meu peito.</p><p>- Uhm?!? – indagou Yukiko com os olhos brilhantes.</p><p>- Não tem jeito! Agora serão duas que me terão enfeitiçado!</p><p>Nosso sorriso, dela, meu e da neném, foi simultâneo. [[Estávamos ligados inevitavelmente e para sempre|Participação do nascimento de Akemi]], por um laço que eu ainda não conseguia entender de forma plena, mas que, junto com os acontecimentos de um mês antes, ajudaria a me redefinir. Eu sabia agora que, acontecesse o que fosse, conseguiria me sentir realmente feliz.</p><p>...</p>\n[[>> Continua|Cap. 5.4]]\n\n[[<< Retorna à página anterior| Cap. 5.2]]
<p>...</p><p>Sete noites depois, celebramos em casa o <i><div class= "tooltip"> Oshichiya <span class= "tooltiptext"> cerimônia de nomeação </span></div></i> de nossa filhinha. Estavam presentes, claro, a família (meus pais e irmão, sua namorada, os pais de Yukiko e seu irmão) e alguns poucos amigos mais chegados. [[Escrevi seu nome no certificado, mostrei-o à família|Akemi no Oshichiya Meimeishiki]] e o coloquei sobre um aparador especialmente preparado para a ocasião.</p><p>- Ela se chama Akemi!</p><p>- Akemi?!? – foi a voz em uníssono dos avós, de Hikaru e de Yoshi.</p><p>Levei um momento pensando... Naquela noite, do seu nascimento, antes de eu voltar para casa, consegui ficar um momento sozinho com Yukiko. Perguntei-lhe, então, por que o sorriso enigmático quando vi nossa filha pela primeira vez. Ainda me lembro de sua piscadela marota:</p><p>"– <i>Ne</i>? Akira... Você lhe deu um nome perfeito: Akemi, a bela aurora!"</p><p>Sorri, e, sem nem me dar conta, expressei o que pensava em voz alta, ao relembrar o motivo da escolha e responder à interrogação da família:</p><p>- Claro, é perfeito! Ela é uma beleza! Bela como a mãe! Linda como a aurora!</p>\n[[>> Continua|Cap. 5.5]]\n\n[[<< Retorna à página anterior|Cap. 5.3]]\n
<p>Parecia surpreendente que eu, sempre tão calado e reservado, tivesse dito em voz alta essa declaração de amor a ambas. Os olhares de todos os presentes à celebração se voltaram para mim, entre surpresos e divertidos.</p><p>Creio que em especial minha mãe estava feliz com tudo aquilo. Ocasionalmente, tinha ouvido ou percebido sua preocupação comigo, com meu caráter fechado. Ao que tudo indica, ela achava que eu talvez levasse a extremos a idiossincrasia japonesa em meu modo de viver e de me relacionar com os demais. Em suas ações e palavras, procurava demonstrar um sincero receio por minha felicidade e agir para me colocar no que ela considerava um caminho mais adequado.</p><p>O fato de desconhecer a origem de meu fechamento interior, imagino eu, a incomodava ainda mais. Talvez acreditasse que tinha alguma responsabilidade e quisesse consertar as coisas. Agora, tinha a impressão de que ela conseguiria relaxar um pouco.</p><p>Após cumpridos os rituais da cerimônia de nomeação, fomos usufruir de um excelente jantar comemorativo no qual não podiam faltar o arroz vermelho e o pargo. Nem minha mãe, nem minha sogra deixariam a sorte da pequena Akemi ao acaso!</p>\n\n[[Voltar ao início do Capítulo|5.\tLindo brilho da aurora. A pequena Mi-chan vem ao mundo.]]\n\n[[<< Retorna à página anterior|Cap. 5.4]]\n\n[[Ir para o Sumário|Sumário]]\n\n[[Voltar ao Início|Start]]
<i><font size=+1>Cristina Vergnano</font></i>
(Observação: Faça sua leitura no sentido japonês!)\n<----&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<----&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<----&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<----&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<----&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<----&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<----&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<----&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<----&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<----&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<----&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<----&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<----&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<----\n\n<img src="imagens/folder-anime-manga.png" alt="Folder-convite que Yukiko tenta entregar a Akira sobre o evento solidário em favor das vítimas do terremoto.">\n\n[[<< Retoma a leitura do capítulo|Cap. 10.1.1]]
<p>Nem esperei para terminar de escutar o que ela tinha a dizer. Lembro-me vagamente de ouvi-la falar algo como <i><div class= "tooltip"> "omedetō <span class= "tooltiptext"> parabéns </span></div></i>, <i>sensei</i>”, mas não me importava. Só queria vê-la!</p><p>Quando cheguei, dei de cara com a minha mãe no corredor, com um muxoxo entre contrariada e brincalhona.</p><p>- Akira</i>!!!! Atrasado para a chegada de sua primeira filha?!?</p><p>-<i><div class= "tooltip"> Musume <span class= "tooltiptext"> Minha filha </span></div></i> <i><div class= "tooltip"> ka <span class= "tooltiptext"> partícula indicadora de pergunta </span></div></i>?!? – Passei por ela sem dizer mais nenhuma palavra e entrei intempestivamente no quarto, algo incomum, dada minha natureza sempre tão retraída. Até por isso, provoquei uma reação de espanto em Yukiko.</p><p>-Akira!!! Você não costuma agir assim, <i><div class= "tooltip"> otto <span class= "tooltiptext"> marido (da própria pessoa que fala) </span></div></i>, querido!!!! Venha aqui dizer olá para sua filhinha... – disse com um sorriso divertido.</p>\n[[>> Continua| Cap. 5.2]]\n\n[[<< Retorna à página anterior|5.\tLindo brilho da aurora. A pequena Mi-chan vem ao mundo.]]
<p>Cheguei perto das duas... e congelei! Com certo custo consegui abrir a boca e balbuciar algo que só mais tarde tomei consciência do que tinha sido. Para meu espanto, eu havia perdido todo o meu controle. Parecia ter sido invadido pelo espírito impetuoso de minha querida esposa.</p><p>- Yukiko... você está bem? Desculpe! Eu estava na cirurgia... Não soube até agora...</p><p>- Akira... – começou a responder, fez um breve suspense e deu uma piscadela... -<i><div class= "tooltip"> Hai <span class= "tooltiptext"> sim </span></div></i>! Estamos ambas muito bem! E eu sei que você teria estado aqui se pudesse, <i><div class= "tooltip"> ne <span class= "tooltiptext"> patícula de confirmação </span></div></i>!?!</p><p>Essa era a Yukiko confiante e luminosa de sempre! E, por falar em luminosidade, baixei o olhar para a pequenina que estava no colo da mãe, meio sonolenta, meio sorridente (se é que se pode falar assim de um bebê recém-nascido). Ela ressoava, tranquila, com um som suave... Parecia radiante como a aurora!</p><p>- Ela... ela é linda! E parece até cantar suavemente, aí deitada no seu colo. É como a chegada de uma bela manhã luminosa! Lembra-me muito você, sabe?! Vocês duas estão lindas!</p><p>- Uhm... Parece uma aurora luminosa?!? ... – falou de repente.</p><p>- O que foi? – me surpreendi um pouco com o ar reticente e o olhar algo matreiro de Yukiko.</p><p>- <i><div class= "tooltip"> Nandemo nai <span class= "tooltiptext"> nada, não; nada importante </span></div></i>!... Só pensei uma coisa...</p>\n[[>> Continua|Cap. 5.3]]\n\n[[<< Retorna à página anterior|Cap. 5.1]]
<b><h2>SUMÁRIO</h2></b>\n\n\n[[Início|Start]]\n\n"Palavras da autora"\n\nEra uma vez... uma introdução. A narradora se intromete na história.\n\nDespertando de uma longa noite. Aqui começa (?) a história. \n\nCafé da manhã em família... E ausência.\n\nNasce Akira. A chave para uma mudança.\n\n[[Lindo brilho da aurora. A pequena Kemi-<i>chan</i> vem ao mundo.|5.\tLindo brilho da aurora. A pequena Mi-chan vem ao mundo.]]\n\nMudança de vida é pouco! Yukiko introduz sua versão da história.\n\nDesafios e enfrentamentos. Início da odisseia escolar em Tokyo.\n\nQue garoto estranho!!!! Começa a nascer uma atração.\n\nPrimeiras impressões de Nakamura-<i>kun</i>. Ela é uma garota irritante!|\n\nDifícil ignorar o que se insinua constantemente. Alguns incidentes que despertaram a mente de Nakamura-<i>kun</i> para Yukiko.\n\nNova mudança. O que já anda ruim pode ficar pior?\n\nNão é possível!!! Quando o destino nos prega a maior das peças...\n\nUm trimestre de tensão. Volta das férias de verão e a caminho da mudança.\n\nMudança e enfrentamento. Começa a aproximação de Akira e Yukiko.\n\n“O prego que se sobressai é o primeiro ser martelado”. Desvelando um pouco do misterioso Akira.\n\nEfeitos da mudança. Algo realmente está começando a se alterar.\n\n[[>> Continua|Sumário b]]\n