Intervalo

Por: Cristina Vergnano

Leio. Escrevo. Escrevo e leio. Em meio a isso, coisas diversas se sobrepõem: atividades cotidianas para o físico, para a mente, para a casa, para os outros. É um ciclo infinito, espiralado e labiríntico que me leva e o qual, às vezes, eu consigo levar.

 Hoje, paro! Não com um ponto, porém. Talvez, com um ponto e vírgula (ou, quem sabe, reticências). É preciso se interromper de vez em quando. Inatividade também é algo bom. Nela, olho para o interior e penso, porque, afinal, ninguém para de todo enquanto não estiver morto.

Nesse hiato, mergulho no que não é (mas pode vir a ser). (Re)invento, crio, cismo cá dentro. E sei: a estrada continua(rá) depois da pausa.

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