Ir para o conteúdo
Tecendo o verbo
Tecendo o verbo

A palavra criativa em versão hipertextual

  • Pra começo de conversa
  • Quem sou eu
  • Seções
    • Digicrônicas
    • Opinião bit a bit
    • Hipercontos
    • Narrativas breves on-line
    • Web-papo
    • Folhetim virtual
    • Garotada Tec
    • Projeto Crianças na quarentena
  • Novidades
  • ToV Interativo
    • Outras vozes
    • Outros pensamentos
  • Grupo Traçando
    • Traçando para o mundo
    • Só entre nós
    • Documentos do Traçando
  • Políticas do ToV
    • Política de privacidade
    • Política de uso do blog
    • Política de publicação de outras autoras e autores no ToV
Tecendo o verbo
Tecendo o verbo

A palavra criativa em versão hipertextual

Siga-me

Mini conto gerado pela atividade de Música (27/10/2021)

Publicado em 28/10/202128/10/2021 Por Ana Paula Bellot

Havia um jovem príncipe em um reino muito distante. Cercado por segurança e conforto, o príncipe vivia só. Aguardava o dia de seu casamento, o trono e a honra do pai. Apesar do destino certo e dos acordos assinados, o Príncipe, a cada noite de sexta-feira, espreitava-se através dos muros do castelo, coberto com um capuz vermelho e saia para a cidade. Lá, sentava-se na praça, disfarçado em frente a todos e observava o Violeiro. Tocava por moedas, era um bon vivant, alguns diziam. Ao final da última música, sempre aproximava-se do violeiro e dizia: 

“Uma moeda por um minuto de sua companhia?”

Ele sorria. E os dois saiam.

Iam até a casa de madeira e feno, próxima ao córrego da cidade. Distante do castelo, o violeiro dizia:

“Eu nunca vou poder te dar nada.”

O príncipe ria. 

Estava cansado de ter aquilo que já conhecia. 

Enquanto o violeiro, agora usando somente roupas brancas, tocava sua canção para ele, perdia-se em cada nota, cada acorde o fazia aproximar dos abraços e dos beijos que trocavam à luz da lua diante do reflexo na janela.

Ana Paula Bellot

Visualizações: 506
Compartilhe!
Traçando entre nós

Navegação de Post

Postagem anterior
Próxima postagem

Postagens relacionadas

O uropígio de Natal

Publicado em 05/03/2022

Por: Rita Rodrioli Não sabemos se, quando estava lá no refrigerador do supermercado, ela ou ele imaginava as aventuras natalinas pelas quais passaria. A verdade é que uma ave congelada, produzida somente para ser devorada na Noite Feliz, chega à mesa sem sexo definido na embalagem e não está mais…

Compartilhe!
Leia mais

O porre da pandemia

Publicado em 05/03/2022

Por: Rita Rodrioli – Olha, seu caso é bem simples de se resolver. Socialização! Ou melhor, distração! Eu sei que estamos numa pandemia, sei que todo cuidado é pouco. Mas no seu caso, seria melhor sair um pouquinho. Comer ou beber algo, mesmo que seja sozinha, vai te ajudar muito….

Compartilhe!
Leia mais

Conto – Companhia

Publicado em 08/06/202214/09/2022

Por: Ana Paula Bellot Chovia forte. Ele havia esquecido o guarda chuva. Correu para o metrô com a pasta preta em cima da cabeça. Era uma prática comum: todos tentavam proteger o rosto dos pingos. Já no meio da escada e embaixo da cobertura, reparou em seus sapatos e viu…

Compartilhe!
Leia mais

Comentários (2)

  1. Cristina Vergnano disse:
    03/11/2021 às 18:04

    Oi, Ana. É um conto bem ao seu estilo, com uma mudança de tom inesperada no final. O texto começa com o início clássico de contos de fadas, depois começa a nos apresentar uma realidade “tão certinha” que nos provoca dúvidas e nos prepara para a infelicidade do tal príncipe que tinha tudo. A virada vem com a sua escolha, que foge ao contexto tradicional dos contos dessa natureza. Bom!

    Passo a apresentar algumas sugestões de aspectos a revisar em termos de forma, ok?!

    a) Na segunda frase, talvez você possa trocar “príncipe” por “ele”, para evitar a repetição do vocábulo: “o príncipe vivia só.” por “ele vivia só”. A palavra aparece 3 vezes muito próximas umas das outras num conto tão curtinho.

    b) Em “espreitava-se através dos muros do castelo” o verbo espreitar provavelmente não é o mais indicado e preciso. Espreitar é “observar atenta e ocultamente”. Creio que você queria dizer “esgueirar-se”, não?!

    c) Em “coberto com um capuz vermelho e saia para a cidade”, você queria mesmo dizer “saia”, peça de vestuário, ou “saía” (ou seja, ia em direção à cidade)?

    d) Em “E os dois saiam”, também faltou o acento do verbo sair: “saíam”. “Saiam” é imperativo ou presente do subjuntivo. Aqui, creio eu, você está usando o passado, o pretérito perfeito, não é?

    e) Acho que talvez você pudesse usar o pronome reflexivo no verbo “aproximar” na última frase: “cada acorde o fazia aproximar-se dos abraços …”

    Parabéns! Gostei da leitura. Espero que meus comentários a ajudem. Bj.

    Acesse para responder
    1. Ana Paula Bellot disse:
      03/12/2021 às 18:42

      Obrigada mesmo pelos comentários! Estou acessando agora e vendo! Ajudaram pra caramba, como sempre <3

      Acesse para responder

Deixe um comentário Cancelar resposta

Você precisa fazer o login para publicar um comentário.

Acessar o site

  • Cadastre-se
  • Acessar
  • Mapa do site

Postagens recentes

  • Meditação
  • Encanto lunar
  • Nós em vídeo # 60
  • Ata da quinquagésima nona reunião do Grupo Traçando
  • Ata da quinquagésima oitava reunião do Grupo Traçando

Comentários

  • Cristina Vergnano em Meditação
  • Paula Piano Simoes em Meditação
  • Cristina Vergnano em A palavra tecida faz aniversário
  • Ale Ramos em A palavra tecida faz aniversário
  • Cristina Vergnano em Tempo que flui

Arquivos

Categorias

©2026 Tecendo o verbo Tema WordPress por SuperbThemes