Mini conto gerado pela atividade de Música (27/10/2021) Publicado em 28/10/202128/10/2021 Por Ana Paula Bellot Havia um jovem príncipe em um reino muito distante. Cercado por segurança e conforto, o príncipe vivia só. Aguardava o dia de seu casamento, o trono e a honra do pai. Apesar do destino certo e dos acordos assinados, o Príncipe, a cada noite de sexta-feira, espreitava-se através dos muros do castelo, coberto com um capuz vermelho e saia para a cidade. Lá, sentava-se na praça, disfarçado em frente a todos e observava o Violeiro. Tocava por moedas, era um bon vivant, alguns diziam. Ao final da última música, sempre aproximava-se do violeiro e dizia: “Uma moeda por um minuto de sua companhia?” Ele sorria. E os dois saiam. Iam até a casa de madeira e feno, próxima ao córrego da cidade. Distante do castelo, o violeiro dizia: “Eu nunca vou poder te dar nada.” O príncipe ria. Estava cansado de ter aquilo que já conhecia. Enquanto o violeiro, agora usando somente roupas brancas, tocava sua canção para ele, perdia-se em cada nota, cada acorde o fazia aproximar dos abraços e dos beijos que trocavam à luz da lua diante do reflexo na janela. Ana Paula Bellot Visualizações: 506 Compartilhe! Traçando entre nós
A comunhão no pecado Publicado em 05/03/2022 Por: Osvaldo Otero O conto do Osvaldo foi enviado em formato .pdf, portanto, não foi possível copiá-lo para o post. Ainda assim, pode ser lido e comentado pelo grupo pelo acesso ao arquivo compartilhado pelo autor. Neste link está o conto completo. Visualizações: 491 Compartilhe! Leia mais
O porre da pandemia Publicado em 05/03/2022 Por: Rita Rodrioli – Olha, seu caso é bem simples de se resolver. Socialização! Ou melhor, distração! Eu sei que estamos numa pandemia, sei que todo cuidado é pouco. Mas no seu caso, seria melhor sair um pouquinho. Comer ou beber algo, mesmo que seja sozinha, vai te ajudar muito…. Compartilhe! Leia mais
Bolo da vida Publicado em 07/11/202107/11/2021 Ingredientes: 01 pitada de tristeza; 02 colheres de sopa de paz ½ xícara de reflexão; 10 gotas de ânimo; ½ colher de chá de medo Em um refratário largo, junte a pitada de tristeza com meia xícara de reflexão e deixe descansar por algum tempo. Aos poucos, acrescente lentamente as… Compartilhe! Leia mais
Oi, Ana. É um conto bem ao seu estilo, com uma mudança de tom inesperada no final. O texto começa com o início clássico de contos de fadas, depois começa a nos apresentar uma realidade “tão certinha” que nos provoca dúvidas e nos prepara para a infelicidade do tal príncipe que tinha tudo. A virada vem com a sua escolha, que foge ao contexto tradicional dos contos dessa natureza. Bom! Passo a apresentar algumas sugestões de aspectos a revisar em termos de forma, ok?! a) Na segunda frase, talvez você possa trocar “príncipe” por “ele”, para evitar a repetição do vocábulo: “o príncipe vivia só.” por “ele vivia só”. A palavra aparece 3 vezes muito próximas umas das outras num conto tão curtinho. b) Em “espreitava-se através dos muros do castelo” o verbo espreitar provavelmente não é o mais indicado e preciso. Espreitar é “observar atenta e ocultamente”. Creio que você queria dizer “esgueirar-se”, não?! c) Em “coberto com um capuz vermelho e saia para a cidade”, você queria mesmo dizer “saia”, peça de vestuário, ou “saía” (ou seja, ia em direção à cidade)? d) Em “E os dois saiam”, também faltou o acento do verbo sair: “saíam”. “Saiam” é imperativo ou presente do subjuntivo. Aqui, creio eu, você está usando o passado, o pretérito perfeito, não é? e) Acho que talvez você pudesse usar o pronome reflexivo no verbo “aproximar” na última frase: “cada acorde o fazia aproximar-se dos abraços …” Parabéns! Gostei da leitura. Espero que meus comentários a ajudem. Bj. Acesse para responder
Obrigada mesmo pelos comentários! Estou acessando agora e vendo! Ajudaram pra caramba, como sempre <3 Acesse para responder